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IDOSO X FLEXIBILIDADE

Autor: Connect Funcional, postado às 10:17, em

Como o envelhecimento está associado a limitações, tanto fisiológicas e também funcionais, algumas providências devem ser tomadas para garantir uma melhora na qualidade de vida dos idosos, que de acordo com os dados do IBGE atualmente o Brasil possui aproximadamente 14 milhões de idosos podendo ter um aumento de até 13,44% até 2030, este grande crescimento da população idosa pode estar relacionado aos avanços da medicina, medicamentos e ao aumento da aderência aos exercícios físicos.

Além de força e condicionamento cardiorrespiratório, a flexibilidade é uma das valências fundamentais para uma melhor qualidade de vida de toda população, já que as pessoas necessitam diariamente de se calçar, se vestir, sentar-se e levantar-se, pegar coisas no alto de armários, se locomover, etc.

Pode-se ressaltar que o momento da vida em que o ser humano é potencialmente mais flexível é justamente na hora de seu nascimento, quando até mesmo as articulações da calota craniana mobilizam-se para permitir a passagem pelo canal vaginal. Com o passar dos anos, esta flexibilidade é diminuida, na razão inversa do treinamento específico realizado. Assim quanto mais cedo se iniciar o treinamento da flexibilidade, maiores serão as possibilidades de se atingir grandes arcos de mobilidade articular.

A prática de alongamentos, voltados para melhoria da flexibilidade, principalmente na população idosa, auxilia na promoção e na manutenção das atividades cotidianas, tornando-se muito relevante no contexto de saúde física, mental e social dos idosos, tornando essa população mais independente, aumentando sua auto-estima e assim sua vontade de viver cada vez mais e melhor.

Devido à “fragilidade” de alguns idosos, principalmente com relação a problemas osteo-articulares ocasionados pela falta de estabilidades nessas regiões, é de extrema importância alguns cuidados no ato de alongar, tais como: respeitar os limites de amplitude de cada articulação, priorizar os grandes grupos musculares, trabalhar sempre as musculaturas agonista e antagonista e alongar SEMPRE com a supervisão de um profissional especializado.

Por fim, a atividade física para os idosos devem respeitar os limites de cada individuo, ser prazerosa, conter uma variedade significativa de movimentos básicos onde se prioriza a funcionalidade e o estado geral de saúde.

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